
Estou aprendendo a falar com o coração...
Depois de grandes lutas contra o império da racionalidade...
Tenho deixado a emoção atravessar as pontes...
Acomodando-se agradavelmente na minha sala de estar...
Não me refiro somente a sentimentos passionais...
Mas, outros além...
Especiais presentes vindos dos céus e entregues por mãos divinas...
E ao abrir cada um deles, vou percebendo que nada sei ainda...
Pois todos têm se revelado, a mim, como surpresas...
Ensinando que realmente devo considerar o que se faz importante...
E não aquilo que suponho conhecer...
Apesar do medo em entregar-me a essas novas sensações...
Começo a ver as coisas de uma outra forma, mais simples e transparente...
Pois o que importa não são as expectativas ou projeções...
Mas, sim, o sentir...
E aquele espertinho do Pequeno Príncipe soube fazer isso como ninguém...
Feliz de sua rosa que se sentia única entre todas as outras...
Pois sabia, que mesmo distante tinha alguém responsável por ti...
Desejando que estivesse protegida em dias de ventania...
E feliz ao receber pequenos pingos de água em suas pétalas...
Só se é cativado quando se permite sentir o afeto oferecido pelo desconhecido...
E sem esperar que o nosso seja correspondido...
Desarmando-nos dessa habitual praticidade em lidar com os sentimentos... Afinal, eles não são nenhum tipo de moeda financeira...
Depois de grandes lutas contra o império da racionalidade...
Tenho deixado a emoção atravessar as pontes...
Acomodando-se agradavelmente na minha sala de estar...
Não me refiro somente a sentimentos passionais...
Mas, outros além...
Especiais presentes vindos dos céus e entregues por mãos divinas...
E ao abrir cada um deles, vou percebendo que nada sei ainda...
Pois todos têm se revelado, a mim, como surpresas...
Ensinando que realmente devo considerar o que se faz importante...
E não aquilo que suponho conhecer...
Apesar do medo em entregar-me a essas novas sensações...
Começo a ver as coisas de uma outra forma, mais simples e transparente...
Pois o que importa não são as expectativas ou projeções...
Mas, sim, o sentir...
E aquele espertinho do Pequeno Príncipe soube fazer isso como ninguém...
Feliz de sua rosa que se sentia única entre todas as outras...
Pois sabia, que mesmo distante tinha alguém responsável por ti...
Desejando que estivesse protegida em dias de ventania...
E feliz ao receber pequenos pingos de água em suas pétalas...
Só se é cativado quando se permite sentir o afeto oferecido pelo desconhecido...
E sem esperar que o nosso seja correspondido...
Desarmando-nos dessa habitual praticidade em lidar com os sentimentos... Afinal, eles não são nenhum tipo de moeda financeira...